(...) E pois, não fazendo perguntas, tu aceitarias a moça completamente. Desconhecida, ela seria mais completa que todo um inventário sobre o seu passado. Descobririas que as coisas e as pessoas só o são em totalidade quando não existem perguntas ou quando essas perguntas não são feitas.
Que a maneira mais absoluta de aceitar alguém ou alguma coisa seria, justamente, não falar, não perguntar - mas ver. Em silêncio.