Procurando a saída...
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Meditação VIPASSANA.
Dar um grande mergulho dentro de si mesmo.
A chave da meditação é observar a realidade sem interferir nela. Não sentindo apego pelo que parece prazeroso, nem aversão pelo que parece desagradável.
Apenas observando com equinimidada, sabendo que tudo é efêmero.
Equinimidade: Ânimo inalterável, sempre igual, tanto na adversidade como na prosperidade, espírito sereno, equilibrado.
Efêmero: Algo passageiro, transitório, volúvel.
'Sofrer dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa. Descobri, ou melhor, aceitei: eu nunca vou esquecer o amor da minha vida. Nunca. Mas agora, com sua licença. Não dá mais para ocupar o mesmo espaço. Meu tempo não se mede em relógios. E a vida lá fora, me chama!'
[Fernanda Mello]
sábado, 9 de janeiro de 2010
'Conta-se que Buda em uma de suas peregrinações pela cidade da Ìndia fora recebido em uma delas com muitas ofensas por parte de uma mulher que não se cansava de em altos brados dirigir-lhe xingatórios. Impertubável o iluminado respondeu:
- Minha irmã, você está me oferecendo um presente que é seu, fique com ele que eu não quero aceitá-lo
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
"Goza a euforia do voo do anjo perdido em ti.
Não indagues se nossas estradas, tempo e vento, desabam no abismo.
Que sabes tu do fim?
Se temes que o teu mistério seja uma noite, enche-a de estrelas.
Conserva a ilusão de que teu voo te leva sempre para o mais alto.
No deslumbramento da ascensão, se pressentires que amanhã estarás mudo,
esgota como um pássaro, as canções que tens na garganta.
Canta ! Canta para conservar uma ilusão de festa e vitória.
Talvez as canções adormeçam as feras que esperam devorar o pássaro.
Desde que nasceste não és mais que um voo no tempo.
Rumo ao céu ?
Que importa a rota !
Voa e canta, enquanto resistirem as asas."
Não indagues se nossas estradas, tempo e vento, desabam no abismo.
Que sabes tu do fim?
Se temes que o teu mistério seja uma noite, enche-a de estrelas.
Conserva a ilusão de que teu voo te leva sempre para o mais alto.
No deslumbramento da ascensão, se pressentires que amanhã estarás mudo,
esgota como um pássaro, as canções que tens na garganta.
Canta ! Canta para conservar uma ilusão de festa e vitória.
Talvez as canções adormeçam as feras que esperam devorar o pássaro.
Desde que nasceste não és mais que um voo no tempo.
Rumo ao céu ?
Que importa a rota !
Voa e canta, enquanto resistirem as asas."
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